... depois a coisa correu mal e teve que entrar ele e o chinoca bonitão no sítio onde a Ingrid tem os pássaros porque dois tipos estavam a tentar matá-la por quaquer coisa que ela sabe mas eu não tenho a certeza porque é que é importante. Acabou por matar deliberadamente o tipo com as três estrelas tatuadas no antebraço porque pensou que era ele que o ia matar daí a 5 meses e uns trocos. Afinal, havia mais um monte de gajos com essa tatuagem. Depois meteram a Ingrid num programa de protecção de testemunhas e ela ficou loura.
Pelo caminho o outro que se vai meter com a mulher do coiso no futuro ganhou um jogo de poker que teve consequências que eu não percebi ainda, ressuscitou a filha do outro (que tinha morrido no Afeganistão por ter visto coisas a mais). E acho que não me esqueci de nada.
Depois o Dr. House tratou uma mulher que teve 6 filhos, 3 ou 4 dos quais não eram do marido e uma adolescente obesa. A adolescente tomou comprimidos para emagrecer, o Chase gozou com o facto e os americanos estarem a ficar parados e super-obesos e não ganharem a ninguém em basquete (o que pelos vistos é grave). A adolescente ia ficar bem quando de repente começou a necrosar tecidos à volta do peito e iam-lhe fazer uma mastectomia radical.
Eis senão quando aparece o Horatio a conversar com a Caleigh. Achei estranho que ele não estivesse a pôr e tirar os óculos, mas francamente nem sei se alguém tinha morrido na altura ou se estaria só desaparecido.
Argumento novo de alguma série estranha? Não: perdi episódios do Flashforward, por isso estou um bocadinho perdida no argumento (quem é a Ingrid, pá?), além de só ter visto metade do episódio de ontem. Depois comecei a ver o House, mas adormeci e só acordei com o CSI Miami para adormecer logo em seguida e acordar completamente estremunhada sentada na cadeira e com o computador ao lado à 1 da manhã.
A minha vida social televisiva também tem os seus quês!
quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
Não sabia que se podia escrever "levar no cu" no DN
... mas pode! Isso ou o Jorge Fiel pode! Ora vejam aqui, que o texto está delicioso (como é, de resto, costume).
Por acaso o post era mesmo só por causa do título bombástico (adoro títulos bombásticos), mas já agora quero dizer que se fizerem um referendo para este tema eu não vou votar (ou referendar?)! Não entendo a utilidade de uma instituição que serve para ser pouco participado, gastar dinheiro e palavras para repetir até o resultado ser o pretendido. Já agora, eu pretendo que se legalize sem discussões nem demoras o casamento e adopção por casais gay... porque não faz sentido outra coisa e porque prefiro que as coisas se façam às claras que dentro de armários.
Concordo com o Jorge Fiel: não se trata dar prioridade ao casamento gay numa qualquer agenda nem de afrontar nem agradar ninguém. O que se passa é que isto é um "em vez de". Ou seja, em vez de se falar do que interessa que é crise e desemprego e essas coisas, fala-se de paneleirices (por assim dizer). Entretanto o Benfica ganha e goleia, depois vai começar a perder e vai ser uma luta para ganhar o campeonato. Quando isso acabar temos o Mundial (precedido de jogos amigáveis, polémicas e bruxedo ao joelho e à pilinha do Ronaldo) e realmente não há condições para um gajo se concentrar em coisas sérias nem outras sucatas.
E por falar em coisas sérias, reparem nas mamas da Salma Hayek, que já cá apareceram noutra ocasião! Não tem nada a ver com o assunto, mas sempre é mais engraçado como distração que casamento gay! Digo eu! E já há muito tempo que eu não punha uma foto de umas mamas...
Por acaso o post era mesmo só por causa do título bombástico (adoro títulos bombásticos), mas já agora quero dizer que se fizerem um referendo para este tema eu não vou votar (ou referendar?)! Não entendo a utilidade de uma instituição que serve para ser pouco participado, gastar dinheiro e palavras para repetir até o resultado ser o pretendido. Já agora, eu pretendo que se legalize sem discussões nem demoras o casamento e adopção por casais gay... porque não faz sentido outra coisa e porque prefiro que as coisas se façam às claras que dentro de armários.
Concordo com o Jorge Fiel: não se trata dar prioridade ao casamento gay numa qualquer agenda nem de afrontar nem agradar ninguém. O que se passa é que isto é um "em vez de". Ou seja, em vez de se falar do que interessa que é crise e desemprego e essas coisas, fala-se de paneleirices (por assim dizer). Entretanto o Benfica ganha e goleia, depois vai começar a perder e vai ser uma luta para ganhar o campeonato. Quando isso acabar temos o Mundial (precedido de jogos amigáveis, polémicas e bruxedo ao joelho e à pilinha do Ronaldo) e realmente não há condições para um gajo se concentrar em coisas sérias nem outras sucatas.
E por falar em coisas sérias, reparem nas mamas da Salma Hayek, que já cá apareceram noutra ocasião! Não tem nada a ver com o assunto, mas sempre é mais engraçado como distração que casamento gay! Digo eu! E já há muito tempo que eu não punha uma foto de umas mamas...
sábado, 14 de Novembro de 2009
Mooncup
Conversa de gajas, a dada altura a coisa descamba para higiene íntima e uma amiga releva que usa o "mooncup" naquelas alturas do mês. E, ambientalista (e gaja) como é, fala às amigas da vantagem de usar a coisa.
Diz-me ela: "muitas viram-se para mim com horror a dizer que aquilo é muito grande! Quer dizer, há coisas maiores, não há?". E eu com ar malicioso: "sim... mas também há mais pequenas... e mais incompetentes..."
Diz-me ela: "muitas viram-se para mim com horror a dizer que aquilo é muito grande! Quer dizer, há coisas maiores, não há?". E eu com ar malicioso: "sim... mas também há mais pequenas... e mais incompetentes..."
quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
Porque é que as louras se divertem mais?
"Natural blonds have more hairs on their heads than redheads or any shade of brunette. A blond has about 120,000 strands of hair, while a redhead has about 30 percent fewer strands—about 80,000. Brunettes are somewhere in between the two."
... e pronto! Ficamos a saber que as louras se divertem mais porque têm mais cabelos na cabeça que as ruivas e as morenas... ... ... daí que possivelmente canalizem grande parte da energia da cabeça para manter a cabeleira e não para pensar!
P.S 1: Fonte: a aplicação que tenho num canto deste desorganizado blogue e que debita pedaços de conhecimento inútil como se não houvesse amanhã.
P.S 2: Antes que a loura com PhD e outras que frequentam aqui o tasco reclamem, eu não sou "cabelista". Mas realmente ando com falta de tempo, paciência e inspiração para escrever seja o que for com substância.
... e pronto! Ficamos a saber que as louras se divertem mais porque têm mais cabelos na cabeça que as ruivas e as morenas... ... ... daí que possivelmente canalizem grande parte da energia da cabeça para manter a cabeleira e não para pensar!
P.S 1: Fonte: a aplicação que tenho num canto deste desorganizado blogue e que debita pedaços de conhecimento inútil como se não houvesse amanhã.
P.S 2: Antes que a loura com PhD e outras que frequentam aqui o tasco reclamem, eu não sou "cabelista". Mas realmente ando com falta de tempo, paciência e inspiração para escrever seja o que for com substância.
segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
Não acredito, isto não pode ter acontecido
Celebra-se com pompa e circunstância a queda do muro de Berlim. E eu recordo-me da alegria que foi há 20 anos abrir os noticiários e ver (para variar) só gente feliz de martelos e maços na mão para abrir brechas naquela... coisa e derrubá-lo de uma vez por todas! E todos os muros simbólicos que se seguiram, incluindo a morte daquela coisa que foi o casal Ceausescu.
Toda a gente fala do quão maravilhoso foi... e eu só consigo pensar: mas como é que isto foi possível sequer? Cheguei a pensar que aquilo não podia ser, que um país não podia estar dividido em dois por um muro (a face visível de um muro ainda maior entre o Este e o Oeste). Uma vez que eu nunca tinha visto o semelhante, era inteiramente possível (embora algo rebuscado) que o muro de facto não existisse e que aquelas imagens fossem o resultado de uma qualquer teoria da conspiração, como as imagens da ida à lua que (como toda a gente sabe) foram filmadas nos estúdios de Hollywood, porque é um disparate que alguém algum dia tenha posto os pés na lua. Onde é que já se viu o semelhante... homens a ir à lua... disparate!
Essa desculpa deixou de fazer sentido quando eu mesma fui a Berlim e vi os poucos pedaços de muro que restavam, o checkpoint Charlie, o museu do mudo e uma linha metálica que serpenteava pela cidade marcando o percurso do cabrão do muro...
... e mesmo vendo com os meus próprios olhos eu simplesmente não conseguia acreditar...
Toda a gente fala do quão maravilhoso foi... e eu só consigo pensar: mas como é que isto foi possível sequer? Cheguei a pensar que aquilo não podia ser, que um país não podia estar dividido em dois por um muro (a face visível de um muro ainda maior entre o Este e o Oeste). Uma vez que eu nunca tinha visto o semelhante, era inteiramente possível (embora algo rebuscado) que o muro de facto não existisse e que aquelas imagens fossem o resultado de uma qualquer teoria da conspiração, como as imagens da ida à lua que (como toda a gente sabe) foram filmadas nos estúdios de Hollywood, porque é um disparate que alguém algum dia tenha posto os pés na lua. Onde é que já se viu o semelhante... homens a ir à lua... disparate!
Essa desculpa deixou de fazer sentido quando eu mesma fui a Berlim e vi os poucos pedaços de muro que restavam, o checkpoint Charlie, o museu do mudo e uma linha metálica que serpenteava pela cidade marcando o percurso do cabrão do muro...
... e mesmo vendo com os meus próprios olhos eu simplesmente não conseguia acreditar...
quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
Tenho outro estatuto!
E então, casaste?
Não.
Mudaste de emprego?
Não.
Tens algum outro grau académico?
Nope!
... és titular de algum novo cargo público, privado ou és pelo menos presidente, vogal ou mesmo secretária do Condomínio?
Credo! Especialmente a parte do condomínio, que Deus me livre e guarde!
Então que raio de estatuto tens?
Passei ao estatuto de pessoa que conhece uma pessoa que tem gripe A. Mais: é dos melhores amigos dessa pessoa! Por sinal essa pessoa que eu não conheço ficou um bocadito estragada (tanto da doença como da cura), o que confere mais dramatismo à coisa.
E planos para o futuro?
Bem, para o futuro quero fazer um upgrade para ter alguém que conheço verdadeiramente e acerca de quem possa opinar da carreira, carácter e outras características pessoais com gripe A. Só para dar aquele dramatismo extra e para ter a sensação que vivo perigosamente. Não sei se quero escalar para ter gripe A, mas vindo de quem teve toxoplasmose e não se deu conta, não sei sequer se é importante. Mas pronto, são sinais dos tempos!
Não.
Mudaste de emprego?
Não.
Tens algum outro grau académico?
Nope!
... és titular de algum novo cargo público, privado ou és pelo menos presidente, vogal ou mesmo secretária do Condomínio?
Credo! Especialmente a parte do condomínio, que Deus me livre e guarde!
Então que raio de estatuto tens?
Passei ao estatuto de pessoa que conhece uma pessoa que tem gripe A. Mais: é dos melhores amigos dessa pessoa! Por sinal essa pessoa que eu não conheço ficou um bocadito estragada (tanto da doença como da cura), o que confere mais dramatismo à coisa.
E planos para o futuro?
Bem, para o futuro quero fazer um upgrade para ter alguém que conheço verdadeiramente e acerca de quem possa opinar da carreira, carácter e outras características pessoais com gripe A. Só para dar aquele dramatismo extra e para ter a sensação que vivo perigosamente. Não sei se quero escalar para ter gripe A, mas vindo de quem teve toxoplasmose e não se deu conta, não sei sequer se é importante. Mas pronto, são sinais dos tempos!
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Olhar para trás... e sorrir
Este post da Eu Mesma obrigou-me a pensar na rapidez com que passou este ano. Relembrei a sequência de acontecimentos que levaram a que nos conhecessemos e tudo o que passamos juntas, tudo o que conversamos, tudo o que rimos... e é fantástico como uma pessoa que se tornou tão importante para mim tenha aparecido como consequência de algo tão desagradável. Aliás, ainda ontem comentava com outra grande amiga como era bom tê-la como consequência de outro abalo emocional com outros contornos. Suponho que seja a prova daquilo que sempre soube: nunca nada é absoluto, há sempre coisas más no que parece bom e algo de bom nas coisas más. O segredo? Aproveitar tudo o que é bom e aprender com o que é mau. E como eu aprendi...
Este último ano foi agitado e sereno. Mas a minha capacidade de cicatrização emocional está ao máximo e não me imagino agora de outro modo, porque dela depende a serenidade que entretando adquiri. Não foi fácil, tive altos e baixos, as paredes da casa pareceram ameaçar fechar-se sobre mim, senti-me sozinha ao ponto de quase me afogar nessa solidão... mas todos esses momentos maus são só recordações e muito dificilmente voltarão.
No meio de tudo isto, não me perdi. Pelo contrário: sou cada vez mais eu. E gosto! Muito, muito mesmo!
E sorrio ao olhar para trás e ver que não tive medo de assumir roturas definitivas com situações e pessoas que me faziam mal. Definitivas mesmo, porque há pontos de não retorno e coisas que não têm perdão possível. E outras roturas mais subtis, porque não interessa fazer grande estardalhado. Um pouco como aqueles peidinhos esganados mas que não têm cheiro, que só o próprio sabe que deu. Mas sorrio sobretudo a olhar para o que sou e onde estou agora. E para o que o futuro me trará, agora que estou mais forte e com maior capacidade de ser feliz. E que tenho amigos, independentemente da distância a que estão, independentemente do tempo que me podem disponibilizar.
E tenho-me a mim. Completa, segura de mim mesma.
Este último ano foi agitado e sereno. Mas a minha capacidade de cicatrização emocional está ao máximo e não me imagino agora de outro modo, porque dela depende a serenidade que entretando adquiri. Não foi fácil, tive altos e baixos, as paredes da casa pareceram ameaçar fechar-se sobre mim, senti-me sozinha ao ponto de quase me afogar nessa solidão... mas todos esses momentos maus são só recordações e muito dificilmente voltarão.
No meio de tudo isto, não me perdi. Pelo contrário: sou cada vez mais eu. E gosto! Muito, muito mesmo!
E sorrio ao olhar para trás e ver que não tive medo de assumir roturas definitivas com situações e pessoas que me faziam mal. Definitivas mesmo, porque há pontos de não retorno e coisas que não têm perdão possível. E outras roturas mais subtis, porque não interessa fazer grande estardalhado. Um pouco como aqueles peidinhos esganados mas que não têm cheiro, que só o próprio sabe que deu. Mas sorrio sobretudo a olhar para o que sou e onde estou agora. E para o que o futuro me trará, agora que estou mais forte e com maior capacidade de ser feliz. E que tenho amigos, independentemente da distância a que estão, independentemente do tempo que me podem disponibilizar.
E tenho-me a mim. Completa, segura de mim mesma.
quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
David, David & David, Lda
Ah, la bella Itália! Há 1 mês estava lá... e também chovia, mas as temperaturas estavam bem mais amenas. E eu não estava a trabalhar!
Para me recordar que a vida também são férias, mostro-vos três Davids de Itália.
Este primeiro estava na Piazza della Signoria em Florença (esta é uma cópia, o original está guardado na Galeria dell'Accademia e eu não estava disposta a pagar). Já viram o rabo do respectivo, agora vai o nú frontal. Se é um homem de tomates, não o é de pepinos. Mas lá que tem um rosto bonito e proporções harmoniosas, isso tem! Excepto o ... coiso, que não perdia nada com mais uns centímetros. Em alternativa, como extensão de pénis (pronto: está dito, está dito!), de um carro potente para compensar! Dito isto, enquanto houver língua e dedo...

Anyway, o segundo David estava à venda por uma quantia módica a qualquer turista com uma lata enorme e pouco amor ao dinheiro. Refira-se que também vi (mas não fotografei) esta versão em boxers. E... a versão XXL... e não, não é o tamanho da cueca mas o da... ora bem, é para o pessoal fingir que não precisa de comprar um carro potente para compensar nada!

Este outro David enerva-me. Azar do caraças, perseguiu-me por Roma inteira, a começar pela estação de comboios onde estava nestes dois enormes cartazes mesmo a rir-se para (ou de) mim. Detesto o homem e aquela coisa que dá por mulherzinha dele. Fiz o voto solene de nunca mais comprar roupa interior Armani. Que eu não tenha uma única peça de roupa interior Armani não me parece relevante: perder um cliente é sempre uma coisa triste, quer ele tenha verdadeiramente existência real ou não. E não estamos em tempo de perder clientes!

Cá para nós, a foto seguinte teria mais valor artístico se fosse firmemente amarrada no pescoço do tipo aí por uns... sei lá, 5 minutos! Só para dar tempo para fazer efeito...

Em todo o caso, a Armani vai dar um salto qualitativo enorme ao substituir o David pelo "nosso" Ronaldo. Não sei se o salto também será quantitativo, porque só mostra o David com os calções VESTIDOS e não sei de fotos do Ronaldo com o... "quantitativo" à mostra ou a adivinhar-se (dito isto, eu tenho fé no nosso Ronaldo). Mas este David, a avaliar pela foto... tem aspecto de precisar de um carro muuuuuuuito potente! É que nem disfarçaram com photoshop, pá! Ou com um par de meias estrategicamente colocado, que foi o expediente encontrado por muito modelo masculino durante muito tempo para não parecer mal!
E pronto, vai uma mulher gastar dinheiro a ver cultura em Itália para isto...
Para me recordar que a vida também são férias, mostro-vos três Davids de Itália.
Este primeiro estava na Piazza della Signoria em Florença (esta é uma cópia, o original está guardado na Galeria dell'Accademia e eu não estava disposta a pagar). Já viram o rabo do respectivo, agora vai o nú frontal. Se é um homem de tomates, não o é de pepinos. Mas lá que tem um rosto bonito e proporções harmoniosas, isso tem! Excepto o ... coiso, que não perdia nada com mais uns centímetros. Em alternativa, como extensão de pénis (pronto: está dito, está dito!), de um carro potente para compensar! Dito isto, enquanto houver língua e dedo...
Anyway, o segundo David estava à venda por uma quantia módica a qualquer turista com uma lata enorme e pouco amor ao dinheiro. Refira-se que também vi (mas não fotografei) esta versão em boxers. E... a versão XXL... e não, não é o tamanho da cueca mas o da... ora bem, é para o pessoal fingir que não precisa de comprar um carro potente para compensar nada!
Este outro David enerva-me. Azar do caraças, perseguiu-me por Roma inteira, a começar pela estação de comboios onde estava nestes dois enormes cartazes mesmo a rir-se para (ou de) mim. Detesto o homem e aquela coisa que dá por mulherzinha dele. Fiz o voto solene de nunca mais comprar roupa interior Armani. Que eu não tenha uma única peça de roupa interior Armani não me parece relevante: perder um cliente é sempre uma coisa triste, quer ele tenha verdadeiramente existência real ou não. E não estamos em tempo de perder clientes!
Cá para nós, a foto seguinte teria mais valor artístico se fosse firmemente amarrada no pescoço do tipo aí por uns... sei lá, 5 minutos! Só para dar tempo para fazer efeito...
Em todo o caso, a Armani vai dar um salto qualitativo enorme ao substituir o David pelo "nosso" Ronaldo. Não sei se o salto também será quantitativo, porque só mostra o David com os calções VESTIDOS e não sei de fotos do Ronaldo com o... "quantitativo" à mostra ou a adivinhar-se (dito isto, eu tenho fé no nosso Ronaldo). Mas este David, a avaliar pela foto... tem aspecto de precisar de um carro muuuuuuuito potente! É que nem disfarçaram com photoshop, pá! Ou com um par de meias estrategicamente colocado, que foi o expediente encontrado por muito modelo masculino durante muito tempo para não parecer mal!
E pronto, vai uma mulher gastar dinheiro a ver cultura em Itália para isto...
Para verem como eu estava desesperada...
... como estava a dar a publicidade do Pingo Doce na SIC, passei logo para a TVI.
Depois recuperei a presença de espírito e mudei de canal de novo!
NOTA: Acrescento a publicidade porque alguém pode estar a precisar de "esgumitar" e para pessoal que ainda não tinha tido o desprazer de ver esta coisa. Yuuuuuuuuuk! Não recomendado a espíritos sensíveis!
Depois recuperei a presença de espírito e mudei de canal de novo!
NOTA: Acrescento a publicidade porque alguém pode estar a precisar de "esgumitar" e para pessoal que ainda não tinha tido o desprazer de ver esta coisa. Yuuuuuuuuuk! Não recomendado a espíritos sensíveis!
terça-feira, 20 de Outubro de 2009
"És um homem com mamas"
Esta e outra frase foram a única coisa de jeito no filme "morrer como um homem". O homem com mamas era Tónia, travesti e... bem, homem com mamas, porque não fez a mudança de sexo! A outra frase de jeito foi:
"Uma mulher sem dores nos pés não está completa!"
Refira-se que esta última não foi dita por uma mulher a sério mas por um homem vestido de mulher e com uns saltos aí de 10 cm (ou mais). E não concordo: uma gaja a sério encontra o equilíbrio entre uns saltos desconfortáveis mas estupidamente elegantes de agulha para quando está bem e/ou precisa de ser extra-sexy, uns com mais sustentação (mas que a façam mais alta) e uns rasos ou mesmo chinela quando precisa de dar corda aos sapatos ou verdadeiramente tem dor de pés. As gajas já têm a sua quota-parte de dor, não precisam de mais do que a necessária!
A história do filme conheci-a dos jornais e, tanto quanto me lembro, estava bastante fiel. Mas o problema é o do costume dos filmes portugueses: actuações um pouco forçadas e momentos demasiado parados de vez em quando. Mesmo sendo um filme triste e por vezes melancólico. E as músicas... aaaaaaaaaaagh!
Quanto à temática em si, vou atirar uma bomba: não sei o que leva alguém a querer ver um homem vestido exageradamente de mulher a imitar uma mulher a cantar (frequentemente em play-back). Que um homem se queira vestir de mulher ou ser mulher eu compreendo, porque faz parte de todas as partidas que a natureza prega às suas criaturas e que faz esbater a fronteira entre o macho e a fêmea. Que deveria ser uma fronteira marcada, mas nem sempre é. Ninguém tem culpa nem deve ser apontado por ser diferente. Mas isso não é o mesmo que apreciar a espécie de freak-show que são espectáculos de travestis.
Em resumo:
1. Para a próxima vez que não tenha nada que fazer, vou-me deitar a dormir ou a fazer crochet!
2. Este filme entrou para a minha curta (mas preocupantemente crescente) lista de filmes "quero o meu dinheiro de volta".
3. A minha onda de azar com filmes alternativos tem que ser contrariada com uma série muito grande de "Hollywoodices" cheias de efeitos especiais. É que isto anda a passar do exagero com filmes alternativos que não prestam!
Só para terminar, vejam se não é preferível a Sandra Bullock e a outra cidadã que está a imitar a Tina Turner (não sei o nome da actriz) a um gajo vestido de gaja.

"Uma mulher sem dores nos pés não está completa!"
Refira-se que esta última não foi dita por uma mulher a sério mas por um homem vestido de mulher e com uns saltos aí de 10 cm (ou mais). E não concordo: uma gaja a sério encontra o equilíbrio entre uns saltos desconfortáveis mas estupidamente elegantes de agulha para quando está bem e/ou precisa de ser extra-sexy, uns com mais sustentação (mas que a façam mais alta) e uns rasos ou mesmo chinela quando precisa de dar corda aos sapatos ou verdadeiramente tem dor de pés. As gajas já têm a sua quota-parte de dor, não precisam de mais do que a necessária!
A história do filme conheci-a dos jornais e, tanto quanto me lembro, estava bastante fiel. Mas o problema é o do costume dos filmes portugueses: actuações um pouco forçadas e momentos demasiado parados de vez em quando. Mesmo sendo um filme triste e por vezes melancólico. E as músicas... aaaaaaaaaaagh!
Quanto à temática em si, vou atirar uma bomba: não sei o que leva alguém a querer ver um homem vestido exageradamente de mulher a imitar uma mulher a cantar (frequentemente em play-back). Que um homem se queira vestir de mulher ou ser mulher eu compreendo, porque faz parte de todas as partidas que a natureza prega às suas criaturas e que faz esbater a fronteira entre o macho e a fêmea. Que deveria ser uma fronteira marcada, mas nem sempre é. Ninguém tem culpa nem deve ser apontado por ser diferente. Mas isso não é o mesmo que apreciar a espécie de freak-show que são espectáculos de travestis.
Em resumo:
1. Para a próxima vez que não tenha nada que fazer, vou-me deitar a dormir ou a fazer crochet!
2. Este filme entrou para a minha curta (mas preocupantemente crescente) lista de filmes "quero o meu dinheiro de volta".
3. A minha onda de azar com filmes alternativos tem que ser contrariada com uma série muito grande de "Hollywoodices" cheias de efeitos especiais. É que isto anda a passar do exagero com filmes alternativos que não prestam!
Só para terminar, vejam se não é preferível a Sandra Bullock e a outra cidadã que está a imitar a Tina Turner (não sei o nome da actriz) a um gajo vestido de gaja.

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